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Mostrando entradas de julio, 2025

POEMAS IBÉRICOS (86) DOS VISIONES COINCIDENTES DEL PARAÍSO

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  DESCARGAR UN POEMA DE ANTONIO CARVAJAL 37 S i es verdad que el infierno sólo está en nuestras almas será verdad también que el paraíso es nada más que un rumor de sangre cuando el cuerpo descansa. No, no es el paraíso esa fiebre, esas ansias de confundir los cuerpos en una sola llama, sino la placidez de las tranquilas ramas donde el pájaro anida y la brisa descansa. Quise mirar tus ojos, pero tú los cerrabas; quise besar tus labios y hallé tu frente pálida. Entre mis dos quereres y el sol que me negabas, pensé que era el infierno mi alma ardiendo en tus llamas, supe que el paraíso era tu piel cansada. ************************** Se é verdade que o inferno está apenas nas nossas almas, também será verdade que o paraíso é só um murmúrio de sangue quando o corpo repousa. Não, não é o paraíso essa febre, esse anseio de fundir os corpos numa única chama, mas sim a placidez dos ramos tranquilos onde o pássaro se aninha e o vento se acalma. Quis olhar nos teus olhos,...

POEMAS IBÉRICOS (85). DOS POEMAS Y UNA VISION DEL PARAISO DE VÍTOR G. CARDEIRA

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  DESCARGAR PARAÍSOS NATURALES     As me l h o re s p r aias d o m und o     A m i nha ca sa fi c a a 2 qui l ómet r os d a s melho r e s p ra ias do mundo. Mesmo e m A g o sto, tenho um i m e nso a r ea l qu a s e só p a ra m i m. O f uturo é que n ã o me p a r e c e ra dioso, q u a ndo olho p a ra No r t e v e j o - os d e v o ra ndo a p a is a g e m, a ni m a is ins a c iáv e is à s o r d e ns de p red a dor e s s e d e ntos. G i g a ntes e m t e r ra s l i l i put i a n a s, os g uindas t e s a ss i n a lam os P I N da nossa v e r g onh a . Viv a m os r e sorts, os SP As , o g olfe s e m fim, a s m a r i n a s a m i g a s do a mb i e n t e , os hotéis d e 7 e str e l a s, a s i l h a s a rtifi c iais, que o futu r o é já a li e o pr e s e nte n ã o e x i ste.   A m i nha ca sa fi c a à b e ira d a s i l h a s da m i nha inf â n c ia. P rom e tem o p a r a íso mas e u s e i ...

POEMAS IBÉRICOS (84). UN POEMA-VISIÓN DEL PARAÍSO DE PEDRO JUBILOT

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  DESCARGAR Pedro Jubilot (Olhão, Portugal, 1964)     TAVIRA | ALGARVE | PORTUGAL   desço a Rua da Liberdade e é como se a Nova Aurora, uma pequena e recatada loja que nos guardava os livros, subsistisse estranhamente para cá do tempo, ali de porta aberta, resistindo assim sem a explicação das coisas que se teimam simples e indiscretas   ainda que o achem inconsequente, nesta era que passa voraz a caminho de uma tal de evolução, seria hoje um cubículo irreconhecível, antro de teimosia, depósito de lombadas tombadas   e logo vejo a Fernanda Guerra debruçada sobre afazeres de prazeres, privilégio que alguns tiveram de assim levar um modo de viver ao sabor de saberes, desejos e suplícios, sucessões de volumes encadernados a emoções desregradas   e o que é uma livraria, presentemente, que não apenas um templo abandonado aos que ainda crêem e lêem   ___________________________________   TAVIRA | ALGA...