POEMAS IBERICOS (60). UN POEMA APOCRIFO DE CAMILLE MONFORT
DESCARGAR En su lápida se puede leer la inscripción: « Aquí yace / Camila María Monfort (1869-1896) La voz que cautivó al mundo» Mas hay quien dice que todavía vive entre Brasil y Francia, a la tierna edad de 155 años AUTORETRATO DE CAMILLE MONFORT S E PROCURAR o meu corpo no escuro: Encontrá-lo-ás no ferro do sangue ou na seda do silêncio? O que é viver senão ansiar por carne e ferida? E o que é escrever, à quem ler? Nada tão real como os meus estigmas de luz. Prefiro a leitura do labirinto de sombras. Suportarás a palidez do meu rosto no meio de tantas trevas? Não. Não partirás sem olhares para trás para perceberes porque é que a maresia te leva à ilha dos penhascos/rizos. Não. Não tenho medo dos homens que sorriem sem dentes. Às vezes esquecem-se que o destino de um vampiro é voar, contra a luz, contra-morte para esta minha máscara aromática de decomposição, onde germina? a semente de um céu o...